O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) teve que interditar uma ala de terapia Intensiva (UTI) no fim de setembro depois que foram identificadas ocorrências de superbactérias em pacientes.

Um documento interno do hospital com data da última segunda-feira (27) traz a informação de que, até então, foram encontrados sete casos de “bactérias com espectro estendido de resistência”. Segundo reportagem do portal Metrópoles, consta no documento também que essas bactérias possuem elevado risco de mortalidade e transmissibilidade.

O memorando ainda informa que essas bactérias podem ficar até seis meses sobre a superfície. O serviço de controle de infecção do Hugo indicou uma quarentena de sete dias nesta ala de UTI.

Também foram indicadas medidas de precaução, como higiene e exames em pacientes não infectados, para avaliar a proliferação das bactérias, traz a reportagem.

Em nota, a direção do Hugo informou que a desinfecção foi concluída na última sexta-feira (1º) com sucesso.

Segundo a nota do Hugo, os pacientes infectados estão estáveis, inclusive com alguns recebendo alta da UTI e seguindo tratamento pelo motivo que foram internados.

Uma equipe de infectologia, em conjunto com outras áreas e a direção técnica do hospital, vai avaliar sobre o final da quarentena, nesta segunda (4). Enquanto isso, novos pacientes continuam não sendo admitidos nesta ala da UTI.

Fonte: Bahia Notícias / Bahia Recôncavo

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