O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), alcançou a maior taxa de reprovação nesta semana. Em pesquisa realizada pelo PoderData, entre os dias 27 e 29 de setembro, o governo atingiu a marca de 58% de reprovação, com pessoas que consideram o mandato como “ruim” ou “péssimo”.

Desde que o instituto de pesquisa iniciou as medições, em 20 de abril de 2020, o percentual é o maior já registrado. Nos últimos 15 dias o índice teve uma variação de dois pontos, quando apontou para 56% de rejeição. A parcela que reprova o atual governo tem se mantido resistente de julho para cá, com pequenas oscilações na margem de erro.

A diferença entre a aprovação e a desaprovação aumentou 4 pontos percentuais em duas semanas, ao subir de 29 para 33 pontos percentuais. O saldo tem ficado consistentemente negativo em 2021.

O estudo foi realizado entre os dias 27 e 29 de setembro e entrevistou 2.500 pessoas em 451 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

De acordo com a pesquisa do PoderData, o trabalho de Bolsonaro é mais rejeitado pelas mulheres (63%) do que pelos homens (53%). Apenas 34% do público masculino o consideram “ótimo” ou “bom”.

Atualmente, os dados indicam que Bolsonaro está em seu pior momento na avaliação populacional, onde conserva cerca de 25% do eleitorado e outros 15% consideram como regular. Apesar de desfavorável, a situação para o presidente é considerada estável. Os novos patamares de reprovação vêm a partir de variações próximas à margem de erro da pesquisa.

Fonte: A Tarde / Repost: Bahia Recôncavo

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