China mata mais de 90 mil prisioneiros ao ano para doação de órgãos

Mundo

Nesta última segunda-feira (9) foi divulgado um estudo polêmico no qual é constatado que a China está matando mais de 90 mil prisioneiros por ano para a retirada de órgãos e enviá-los para doação.

Essa notícia foi revelada para o mundo todo através de um tribunal internacional independente sediado na Inglaterra. Graças a esse estudo pessoas do mundo todo estão tendo conhecimento deste caso que tem gerado tamanha repercussão.

Além disso, o estudo revelou que foram denunciadas as extrações forçadas de órgãos sem o uso de anestesia. Este tipo de estudo já foi feito anteriormente sobre o tráfico internacional de órgãos no país e foi divulgado pelo site Opinião Crítica.

Um dos membros de uma comissão religiosa dos Estados Unidos da América disse que alguns cidadãos da China estão cumprindo pena devido a maneira que estão buscando ou adorando a Deus, sendo uma ameaça do ponto de vista do governo. Para tanto, segundo Gary Bauer, essas pessoas estão sendo mortas e seus órgãos estão sendo comercializados para a obtenção de lucro.

O país informa que parou de fazer a coleta de órgãos de prisioneiros há cinco anos, alegando ainda que tais acusações eram feitas como forma de propaganda política contra o país. Porém, mesmo assim, há a sugestão pelo tribunal da China relatando que ainda deve acontecer algumas dessas práticas.

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De acordo com o The Guardian, as informações dadas pelo governo do país não estão coincidindo com as denúncias. Foram ouvidos relatos e foi iniciado um trabalho para acabar com esse abuso. Acontecem cerca de 90 mil cirurgias ao ano, porém ainda não há um pronunciamento oficial sobre essas denúncias.

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