Cremes vaginais são perigosos? Entenda

Os cuidados diários exigem a aplicação de cremes que respeitem o biotipo cutâneo e a hidratação é essencial para manter o aspecto cuidado e sedoso da pele. Mas, de uns tempos para cá, surgiram cremes vaginais, que prometem muitos benefícios. Será?

Esta parte íntima do corpo feminino também tende a ficar mais seca, irritadiça e até mesmo áspera dependendo da época do ano, mas aplicar cremes hidratantes pode não ser a melhor decisão de todas, especialmente se o creme não for desenvolvido especificamente para a região.

Como explica a ginecologista Sherry Ross à revista Health, “usar um sabão neutro é a maneira ideal de lavar e hidratar esta delicada área”, que deve ser formulado para respeitar a pele e o pH da vagina.

De acordo com a especialista, a vulva seca pode indicar desidratação, mas a solução deve começar pelo hábito de beber mais água e comer mais vegetais e não de colocar um creme na zona íntima.

Na prática, “quando o corpo está devidamente hidratado, a pele externa da vagina, incluindo os lábios internos e externos, é menos propensa à secura e o interior da vagina estará úmido e bem lubrificado também”, afirma a especialista. Para quem prefere soluções alternativas e mais naturais, é possível colocar um pouco de óleo de coco extravirgem em água e ‘mergulhar’ a zona íntima durante 20 minutos cerca de três a quatro vezes por semana.

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